Intervenções ginecológicas e o sofrimento psíquico da mulher cis associado à experiência cirúrgica: uma revisão integrativa de literatura
DOI:
https://doi.org/10.32654/DialogosAbiertos.3-2.3Palabras clave:
Operação. Cirurgia. GinecologiaResumen
O As intervenções ginecológicas cirúrgicas representam na oferta de cuidado a mulher cis um elemento fundamental para manutenção da saúde, dado que essas são recursos de eminência para afecções no aparelho genital feminino, considerando-se a pelve e mamas, assim, corrobora-se para uma perspectiva que perpetua o objetivismo médico a orbe da dissipação dos sintomas em um órgão adoecido com a desvalorização da pessoa atendida, subordinando o sujeito ao saber médico, afastando-se, em consequência, da possibilidade de humanização e de um tratamento que reconheça as questões da mulher. Destarte, a presente pesquisa objetiva expor, mediante a um método qualitativo, as dimensões psicológicas, sociais, culturais e físicas envolvidas na experiência da intervenção ginecológica cirúrgica, posto que a interferência em órgãos que confere feminilidade sob uma ótica de visibilidade ou não, emerge conflitos inerentes à construção simbólica do corpo feminino, anuente a uma perspectiva biológica que exerce influência direta na percepção social da mulher. Para tal, realizou-se um levantamento bibliográfico integrativo, o qual identificou através da Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) 152 produções, no entanto, permaneceram 119 mediante aos critérios utilizados para inclusão e exclusão na presente pesquisa e, destes estudos, elegeu-se 5 produções para a realização desta revisão bibliográfica. Portanto, verificou-se, através do aporte teórico, as repercussões da intervenção cirúrgica ginecológica no exercício da vida cotidiana frente aos papeis sociais atribuídos ao feminino, os quais se orientam a aspectos de uma construção consolidada em sociedade e que intervém diretamente na identidade sua formativa, ademais, identificaram-se as implicações à vida da mulher, no que se refere à sedimentação da sua autoimagem, mesmo que a percepção do útero seja só inferida mediante a gestação ou frente a necessidade de sua remoção, associando-se a experiência de adoecimento e intervenção com sintomas depressivos, relacionamento sexual e conjugal, sintomas psicossomáticos e autoconceito.
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Citas
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